Informações importantes para contratar e usar bem seu plano de saúde

Urgência e Emergência

URGÊNCIA

relogio

Acidentes pessoais: Eventos provocados por agentes externos, súbitos e involuntários – causadores de lesões físicas não decorrentes de problemas de saúde ou doenças.

 

Complicações da gestação: Intercorrências durante a gravidez que necessitam de atenção imediata, como o parto prematuro.

EMERGÊNCIA

Situações em que há risco imediato de morte ou lesões irreparáveis para o beneficiário, comprovadas com a declaração do médico assistente.

CARÊNCIA NOS ATENDIMENTOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA:

Todos os planos comercializados na vigência da Lei 9.656/98 preveem direito ao atendimento de urgência e emergência após 24 horas de vigência do contrato.

Em alguns casos, a cobertura é integral. Isto significa que, depois de prestados os primeiros socorros, se houver necessidade, o beneficiário terá direito a internação, cirurgia, Unidade de Terapia Intensiva ou a outros recursos que são exclusivos da cobertura hospitalar. Um exemplo é acidente pessoal, mas apenas se o plano contemplar a cobertura hospitalar.

Em outros casos, a cobertura está limitada a até as primeiras 12 horas de atendimento no pronto-socorro. Isto significa que a cobertura cessa no momento em que se detectar a necessidade de cirurgia, internação clínica, parto ou qualquer atendimento que requeira recursos exclusivos da cobertura hospitalar.

 

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Casos em que o atendimento de urgência e emergência está limitado às primeiras 12 horas:

  • Contratos individuais e coletivos que contemplem apenas a cobertura ambulatorial.
  • Contratos individuais e coletivos por adesão, que contemplem a cobertura hospitalar, com ou sem obstetrícia, mas não tenham cumprido a carência para internação ou parto.
  • Contratos coletivos empresariais com menos de 30 participantes, que contemplem a cobertura hospitalar, com ou sem obstetrícia, mas não tenham cumprido a carência para internação ou parto.
  • Nestes casos, se optar por permanecer em hospital particular após o prazo de até 12 horas, o beneficiário deverá arcar com todas as despesas para continuidade do tratamento. Caso não tenha recursos para permanecer em hospital privado, a operadora de saúde custeará sua remoção para um hospital público. Se o beneficiário optar pela remoção para outro hospital privado ou não puder ser removido, a operadora está desobrigada de qualquer ônus ou responsabilidade após as 12 horas de atendimento.